Plataforma para acompanhar cada OCI do 1º ao último procedimento, cumprir o prazo legal e a meta pactuada, com apoio de inteligência artificial — e a operação das unidades no mesmo sistema, em conformidade com a LGPD.
O SmartFlow é um sistema web desenvolvido para a gestão municipal do Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE). Ele acompanha cada Oferta de Cuidados Integrados desde a abertura — o 1º procedimento realizado — até o encerramento, calculando automaticamente o prazo legal de cada caso: 30 dias em oncologia e 60 dias nas demais linhas de cuidado.
A coordenação passa a enxergar, caso a caso, quem está a poucos dias de estourar o prazo e em qual etapa cada OCI está parada. A meta mensal é acompanhada por ritmo — comparada com o que já deveria estar concluído a esta altura do mês, e não apenas com o total —, de modo que o desvio aparece a tempo de ser corrigido.
Quando os municípios de uma mesma região usam o sistema, o núcleo gestor da CIR ganha um painel regional com dados agregados: quais OCIs a região não oferta, quais dependem de um município só e quais atrasam em vários ao mesmo tempo — informação que nenhum município consegue produzir isoladamente.
O sistema mantém ainda a operação das unidades — lista de espera, recepção, totem, telão de chamada por voz, agenda e avisos por WhatsApp — disponível no plano Completo.
Todos os dados são armazenados em servidor nacional (Brasil), com criptografia e controle de acesso por perfil, garantindo conformidade plena com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — LGPD (Lei 13.709/2018).
A maioria dos municípios acompanha as Ofertas de Cuidados Integrados em planilha. O problema não é falta de esforço da equipe — é falta de visibilidade sobre o que está correndo contra o relógio.
A contagem começa no 1º procedimento e ninguém acompanha caso a caso. O estouro só aparece quando já virou glosa ou reclamação.
Sem acompanhar o ritmo, o mês parece tranquilo até a última semana — quando não há mais como recuperar.
O caso está parado, mas em quê? Consulta, exame, laudo? Sem isso a gestão cobra a equipe inteira em vez de resolver o gargalo.
Cada município vê a própria fila. Ninguém responde qual OCI a região não oferta, nem qual depende de um município só.
A secretaria não sabe de qual UBS vem a demanda — nem qual unidade encaminha demais e qual não encaminha ninguém.
Dados de saúde em papel ou planilhas desprotegidas violam a LGPD e normativas do SUS.
O sistema cobre a jornada completa da OCI — da abertura ao encerramento — e ainda a operação diária das unidades. Abaixo, o que a coordenação passa a ter.
Marcado o 1º procedimento, o sistema carimba a abertura e calcula a data-limite pela linha de cuidado: 30 dias em oncologia, 60 nas demais.
Cada OCI tem as etapas do seu protocolo. A tela mostra em qual delas o caso está parado e há quantos dias — o gargalo com nome e sobrenome.
Compara o realizado com o esperado para o dia do mês e informa quantas OCIs por dia faltam para bater a meta pactuada.
Casos a 7 dias ou menos do limite aparecem destacados. Caso fora do prazo exige o motivo, registrado para auditoria.
Diagnostica os gargalos e propõe de 3 a 6 ações priorizadas por urgência clínica e legal, cada uma com a evidência numérica que a sustenta.
Convoca de uma vez todos os pacientes de uma mesma OCI, em vez de um a um.
Quais OCIs nenhum município da regional oferta (vazio assistencial) e quais dependem de um só — a pauta clássica de pactuação.
Série de 13 meses, mapa de calor por linha de cuidado e o cruzamento produção × atraso partido pelas medianas da regional.
O que precisa ser deliberado, com evidência e encaminhamento proposto. Sai em PDF para a reunião e em planilha para o trabalho.
Compara cada município com a mediana da regional e separa problema de gestão municipal de problema de oferta regional.
Senha retirada pelo próprio paciente, chamada por voz no telão e painel de recepção por unidade, com registro de quem chamou.
Fila por especialidade com prioridade, vagas por dia e profissional, e avisos automáticos antes do atendimento.
Página aberta ao cidadão com a posição da fila por especialidade, publicada quando a coordenação decide, e incorporável no site da prefeitura.
Cada município só enxerga os próprios dados, e a regra vive no banco — não só na aplicação. A regional recebe apenas agregados, nunca paciente identificado.
A adoção do SmartFlow gera retorno concreto — social, administrativo e financeiro — desde o primeiro mês de operação.
Filas organizadas com chamada por voz e telão reduzem tensão, conflitos e reclamações. O cidadão percebe a mudança no primeiro dia.
Relatórios automáticos de volume, absenteísmo e tempo de espera por UBS, substituindo planilhas manuais e relatórios imprecisos.
Elimina custo com papel, senhas físicas, manutenção de equipamentos de totem e retrabalho administrativo das recepções.
Registro completo de cada atendimento com data, hora, usuário responsável e status — pronto para TCE, TCU e Ministério da Saúde.
Dados de saúde protegidos em servidor nacional com criptografia, controle de acesso e logs de auditoria — evitando multas de até R$ 50 milhões.
Funciona em qualquer TV, tablet ou computador já existente na UBS. O município não precisa comprar nenhum equipamento novo.
A secretaria de saúde visualiza em tempo real o fluxo de todas as unidades em um único painel, sem precisar ligar para cada UBS.
A OCI acompanhada do 1º ao último procedimento, e as filas de consulta, exame e encaminhamento geridas separadamente na mesma unidade.
Além dos benefícios operacionais, há fatores externos que tornam este o momento ideal para o município estruturar a gestão do PMAE e das OCIs.
Após a pandemia, a população tornou-se muito mais exigente com a qualidade dos serviços públicos. Municípios que não modernizam o atendimento perdem credibilidade e enfrentam pressão crescente da mídia local e redes sociais.
Um telão com chamada de senha e um totem de autoatendimento são obras visíveis que a população associa à gestão eficiente. O impacto é imediato — o cidadão percebe a melhoria na primeira visita à UBS. Uma das ações de saúde com maior retorno de imagem pública.
A Lei Geral de Proteção de Dados prevê multas de até 2% do faturamento do órgão, limitadas a R$ 50 milhões por infração. Dados de saúde em fichas de papel, planilhas sem proteção ou sistemas sem controle de acesso já configuram risco real de penalidade.
Um único funcionário dedicado ao controle de fichas de papel custa R$ 2.000–3.500/mês em salário e encargos — o equivalente a um ou dois planos do SmartFlow que atendem todas as UBS do município simultaneamente, com rastreabilidade completa.
A contratação do SmartFlow se enquadra nas políticas nacionais de digitalização da saúde pública e nas obrigações legais impostas aos órgãos públicos.
Dados de saúde são dados sensíveis (Art. 11). Municípios têm obrigação legal de garantir proteção, rastreabilidade e segurança no tratamento. O SmartFlow armazena todos os dados em servidor nacional com criptografia e controle de acesso por perfil.
Determina que os municípios organizem o acesso e o fluxo dos usuários nas UBS. O sistema de gestão de filas é ferramenta direta de cumprimento dessa diretriz, garantindo organização, equidade e rastreabilidade do atendimento.
O Ministério da Saúde institui a transformação digital como diretriz para o SUS, incentivando municípios a adotarem tecnologias que melhorem a gestão do cuidado, a eficiência operacional e a experiência do usuário.
A contratação de SaaS (Software como Serviço) com mensalidade fixa é classificada como despesa de custeio, sem necessidade de processo licitatório acima do limite quando o valor anual se enquadra em dispensa de licitação (Art. 75, Lei 14.133/2021).
Serviços de tecnologia da informação com valor anual de até R$ 57.071,60 podem ser contratados por dispensa de licitação (Art. 75, inciso II), simplificando e agilizando o processo de contratação pelo município.
O plano define o conjunto padrão de funcionalidades. A partir dele, cada função pode ser liberada ou retirada individualmente — sem precisar inventar um plano novo para atender a uma exceção. Todos incluem hospedagem em servidor brasileiro, SSL, suporte técnico, atualizações e treinamento inicial da equipe.
O painel do núcleo gestor é contratado pela regional e não consome plano de município. Ele só exibe dados agregados dos municípios que já usam o SmartFlow — quanto mais municípios da região no sistema, mais completo o retrato regional.
Como o valor é definido. O investimento varia conforme o porte da rede — número de unidades, volume de OCIs acompanhadas e módulos contratados —, além da taxa única de implantação, que cobre configuração, cadastro inicial e capacitação das equipes. A proposta com os valores para o seu município é emitida sob solicitação, já no formato exigido para instrução do processo administrativo.
Ao assinar este documento, o município contratante declara ciência e concordância com todas as condições comerciais e técnicas descritas nesta proposta.
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Nome completo e cargo_________________________________
Responsável técnico e comercial